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quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Dolar Neo Zeolandez continua acessivel!

Em tempos de crise e instabilidade econômica, as variações cambiais assustam àqueles que estão pensando em viajar para o exterior. Para muitos, o aumento do dólar pode significar uma diferença significativa no orçamento de viagem.

No entanto, vale lembrar que essa instabilidade cambial que estamos vendo ultimamente, não tem afetado tanto o dólar australiano e neozelandês. Nova Zelandia e Austrália continuam sendo ótimos destinos para intercâmbio e os que apresentam melhor custo benefício se comparado com outros países de língua inglesa.

Nem sempre se pode adiar um sonho ou uma qualificação pessoal! Nós da Australia Brasil e da Nova Zelandia Brasil acreditamos que não há razões para pânico e que o intercâmbio cultural continua sendo um grande investimento!

Intercâmbio em tempos de crise - Dolar Baixo na NZ!

Turismo jovem estudantil deve ser o menos afetado com a alta do dólar, dizem especialistas

Estudar no Exterior deixou de ser um luxo. Nem está mais restrito a famílias abastadas. A busca por qualificação é real, necessária, e o desejo de aventura está no jovem. Nos últimos anos, a participação de estudantes de classe média em intercâmbios cresceu 15%, e a oferta de programas diversificou-se ainda mais para quem pode pagar pacotes sofisticados. Agora, com o dinheiro desvalorizando a cada dia, a pergunta é: como manter os planos de viagem?

Para quem já programou o intercâmbio e pretende embarcar em breve, o que preocupa não é a cotação do dólar, mas a incerteza de quanto o real poderá ser desvalorizado até a data da viagem. Por isso, mesmo sem poder prever o futuro, os viajantes já começam a refazer planos para não ter de abandonar o sonho.

– Já sei que vou ter de usar o metrô em Nova York. Não vou a shows da Broadway, nem a restaurantes para o jantar. Mas a viagem faz parte do meu projeto de vida profissional, que é o pós-graduação nos Estados Unidos na área financeira, e não vou desistir – diz Laura Queiroz, 26 anos.

Na semana passada, a jornalista formada em 2007, pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), acertava os detalhes da viagem na agência para embarcar no próximo verão. Na mala, vai levar uma lista de novas estratégias para manter o orçamento.

Como nas crises econômicas de 1999 e 2002, o turismo jovem estudantil deve ser o menos afetado. Esse público é o menos flexível quando o assunto é viajar. Quem tem entre 14 anos e 16 anos, por exemplo, não pode adiar o intercâmbio, sob pena de perder o tempo de high school.

– Os adolescentes têm um alto índice de frustração. As famílias não querem quebrar a tradição de proporcionar a experiência no Exterior. Além disso, o intercâmbio é um prazer pessoal, uma qualificação que o jovem não abre mão quando está no seu momento de partir. As pessoas conseguem se organizar, mesmo que tenham de alterar um pouco os planos

Readequar o orçamento exige atenção a qualidade

Na busca da adequação pelo programa mais acessível ao orçamento, a psicóloga intercultural Andrea Sebben alerta para a qualidade. Ela mesma diz que já foi “ vítima” de opções mais baratas.

– Tratando-se de experiência de vida, que é o caso do intercâmbio, todos querem o melhor. E o binômio preço baixo e alta qualidade é bem difícil de encontrar. O jovem quer tudo para ontem, mas, às vezes, um adiamento, que eu chamaria de planejamento maior, pode fazer a diferença. É preciso ter cuidado – diz Andrea, membro da International Association for Cross-Cultural Psychology, entidade de psicólogos dedicados ao atendimento de pessoas que por algum motivo se mudam de país e precisam se adaptar à nova vida.

Nas agências da Capital, onde a circulação de viajantes foi intensa nos últimos anos, o movimento está mais restrito a quem já está com o pé no aeroporto ou com embarque para os programas de verão. Financiamentos de longo prazo não estão motivando o público que levou as operadoras a criarem planos para facilitar as viagens. Mas os balcões não ficam vazios.

Nova Zelândia e Austrália são os destinos mais sugeridos agora. Os índices cambiais da Oceania foram os que tiveram menores altas até agora. São as alternativas que não pesam tanto no bolso nesse momento.

lucia.pires@zerohora.com.br

LÚCIA PIRES

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Nova Zelandia Brasil no Treinamento de Agentes em Auckland

Entre os dias 25 e 27 de agosto de 2008 ocorreu um evento para agentes de intercambio do mundo inteiro em Auckland, Nova Zelândia. O evento organizado pela Study Auckland (órgão responsável pelas instituições de ensino da cidade), no qual só participam agências convidadas, contou com a participação da Nova Zelândia Brasil, representada pelo consultor Filipe Sabino. A Nova Zelandia Brasil foi a única agência brasileira participante do evento. Durante três dias os consultores de intercâmbio foram levados para visitas a diversas escolas, acomodações e pontos turísticos da cidade. Na ocasião, Filipe que já morou por um ano na Nova Zelândia, pode conhecer novas escolas, fazer contato com os responsáveis e atualizar o conhecimento da empresa sobre a Nova Zelândia em um âmbito geral, desde escolas até procedimentos de imigração. Esta oportunidade foi importante para comprovar o reconhecimento que a Nova Zelandia Brasil vêm recebendo não só no Brasil, mas também na Nova Zelândia com as empresas com as quais trabalhamos. Ficamos orgulhosos por termos sido os representantes dos estudantes de nosso país no evento e continuaremos trabalhando duro para que nossos clientes tenham sempre as informações mais precisas para que suas viagens sejam fatos para se lembrar com alegria por toda vida.

Na foto, Filipe com representantes da Study Auckland.

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Estudante da Noruega faz de tudo na NZ!